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Legislativas 2011

Legislativas 2011

31
Mar11

5 de Junho

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A data das eleições.

Cavaco Silva fez o anúncio, após Conselho de Estado.

Da intervenção de Cavaco Silva três notas:

- na narrativa dos políticos havia a citação de duas crises: politica e económica/financeira. Cavaco juntou a crise social.

- O PR solidário com o Governo sobre a eventual necessidade de se pedir ajuda externa. A frase foi proferida depois do ministro da Presidência ter afirmado que "Governo de gestão não pode avançar com pedido de ajuda externa" - Público 

- "as eleições devem permitir alcançar um compromisso estratégico de médio prazo e que resulte num alargado consenso político e social”. Dificilmente Cavaco Silva dará posse a um governo minoritário (o que poderá excluir à partida um executivo liderado por José Sócrates já que os partidos da oposição dizem que se recusam a coligar com o actual lider do PS).

 

30
Mar11

Os blocos do BE

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A aglomeração de tendencias, movimentos e partidos gerou o Bloco de Esquerda. Um partido com grande afirmação e em crescimento.

Como qualquer "moda", começou na classe média urbana e espalhou-se para as zonas do interior.

A trajectória tem sido sempre ascendente.

As últimas semanas podem colocar em causa este percurso. A moção de censura foi o inicio.

Junta-se agora a possível dissidência da FER (Primeira dissidência no Bloco de Esquerda com a saída da Ruptura/FER) como é relatado no Público.

30
Mar11

Confia num desconhecido?

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Já se torna perceptível que um dos eixos de ataque do PS ao líder do PSD é a sua inexperiência.

Com base na percepção de que o eleitorado ainda não tem uma ideia muito definida de PP Coelho, o PS está a explorar esta situação e tenta marcar uma imagem negativa do líder do PSD. Inexperiente (sem experiência governativa), falta de preparação, imaturo e irresponsável (ao ter chumbado o PEC).

Veja-se o lead da notícia do Público: O PSD “não pensou” quando abriu esta crise política e não está preparado para governar Portugal num momento crítico tão exigente, acusou Fernando Medina.

A falta de articulação do disurso do PSD na semana anterior e a ausência de um programa eleitoral ajudou a criar esta imagem.

Um filão que o PS vai explorar e que não vai ser fácil ao PSD de contrariar. De certa forma, a resposta vai noutro sentido: "Sócrates já o conhecemos e não o queremos mais, nem falar com ele. Nem agora, em depois das eleições. Ele é a causa do problema".

Ou seja, o que prefere: D. Quixote ou o Exterminador?

30
Mar11

P.P. Coelho: "A campanha vai ser extremamente dura"

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Duas notas do discurso de P P Coelho no Comnselho Nacional que antecipam a campanha eleitoral e algum do discurso que vai fazer:

- O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, considerou que a próxima campanha eleitoral "vai ser extremamente dura", disse à Lusa fonte social democrata.

- Passos Coelho defendeu que o Governo do PS está sem uma mensagem de confiança e que se vai apresentar às próximas eleições tendo como programa o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) chumbado pelo Parlamento.

 

30
Mar11

Manuel Maria Carrilho faz antevisão da campanha

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O antigo ministro da Cultura diz que o "PS vai apostar tudo na vitimização". Já o PSD vai jogar na linha da responsabilidade e apostar numa equipa de Governo forte.

"Eu penso que o PS vai apostar tudo na vitimização. Até aqui, os mercados eram os culpados de tudo e nós só precisávamos de confiança, agora é o PSD que é culpado de tudo e já não há nada a fazer. É um modo de fazer política que me faz alguma confusão", disse o ex-ministro de António Guterres à TVI24.

Já o PSD deve jogar em dois eixos: Apresentar um projecto, onde o PS falhou, e apostar numa equipa forte. fonte:DE

29
Mar11

Onde está o spin doctor de PP Coelho?

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Sócrates culpou o PSD de ter piorado a situação do país ao chumbar o PEC.
A declaração foi feita às 19h (não é habitual, o líder do PS e PM aposta nos directos para os telejornais).

Pedro Passos Coelho tinha a resposta marcada para as 20h. Uma oportunidade para entrar em directo nas casas dos portugueses, sem qualquer intermediação.

O líder do PSD começou a declaração pouco antes da SIC ir para intervalo.

Primeira mensagem de Pedro Passos Coelho: "O PSD vai, a partir desta noite, iniciar todo o seu processo de construção de uma alternativa política em Portugal. A Comissão Política decidiu submeter ao Conselho Nacional uma proposta que visa a elaboração do programa eleitoral e que tem como missão abrir, na oportunidade da crise que está criada em Portugal, uma janela de esperança e de confiança ao país".
As televisões fecharam os directos e ficámos a saber que o PSD ia iniciar a produção de um programa eleitoral!

Após o intervalo a SIC vai à sede do PSD. Nesta parte, pergunta/resposta, o líder do PSD estava mais incisivo. No entanto ao tentar responsabilizar o actual governo pela crise, Pedro Passos Coelho disse que Sócrates está no Governo há seis anos, e em funções governativas há 16 e "eu nunca estive no governo". Não há melhor forma de declarar a sua inexperiência governativa. Metade da frase chegava para os seus intentos.

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