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Legislativas 2011

Legislativas 2011

28
Mar11

Sondagens

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As primeiras sondagens:


TVI/Intercampus 27 Março
PSD  42,2%
PS    32,8%
CDS   8,7%
BE     7,9%.

CDU   7,1%

Marktest/TSF/DE 25 Março
PSD   46,7 %
PS     24,5 %
BE      8.9%
PCP    6, 7%
CDS   6,3%

 

O estranho não é a disparidade de resultados. O bizarro é como alguns meios de comunicação social insistem em pagar estudos a empresas que já deram provas de que não acertam uma.

28
Mar11

PSD: uma semana para esquecer

rgomes

A primeira semana da pré-campanha do PSD foi para esquecer.

Um mau arranque, propostas avulsas e desarticuladas, várias pessoas a falar e cada uma com opinião diferente....

Tudo menos um partido que se quer afirmar como alternativa.

A semana encerrou com menos ruído e a saborear algumas sondagens. No entanto, revelaram uma grande dose de amadorismo.

23
Mar11

O guião

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O debate no Parlamento foi já a pensar na campanha.

O que se passou revela que vamos ter uma campanha tensa e com muitas encenações.

A postura dos partidos:

- CDS: vai tentar colar o PSD ao PS, e Portas procura afirmar-se com uma  estadista

- PSD: focado no desgaste do PS e do Governo: esgotamento, falata de credibilidade e fracasso na gestão da crise. Os outros partidos não fazem parte da mensagem (poderá precisar do CDS)

- PS: dramatização, focado no PSD como autor da crise e vai retomar a defesa do Estado Social

- PCP: colagem do PS ao PSD, afirmação de uma outra política em Portugal e na Europa

- BE: colagem do PS ao PSD, populismo no ataque às grandes empresas, ao capital. negação das políticas decrrentes da União Monetária e Financeira.

22
Mar11

A crise anunciada

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Numa semana marcada pela tragédia Japonesa e pela situação Líbia, a perspectiva de uma crise política abala a política portuguesa.
A apresentação do PEC IV em Bruxelas terá sido o catalisador de uma situação que poderá levar a eleições antecipadas antes do Verão. O serviço Telenews registou 268 notícias e 11 horas de emissão sobre o tema. O destaque vai para a cobertura da RTP1, com quase 4 horas e meia de emissão e 99 notícias.
In Marktest, "Notícias semanais em destaque nas TVs"

22
Mar11

Outdoors

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Em tempos de crise os sinais de austeridade são relevantes na comunicação política.

Nas presidenciais  de Janeiro Cavaco Silva anunciou no discurso de candidatura que se recusava a utilizar outdoors.

Agora, os partidos vão ter o mesmo critério?

22
Mar11

Centro

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À direita, o CDS cola o PSD ao PS.

À esquerda PCP e BE, colam o PS ao PSD.

No centro, PS e PSD vão ter difucldades em se diferenciarem.
São partidos de eleitores, ideologicamente sobrepostos, com passado comum na defesa dos grandes passos políticos e assinaram conjuntamente os últimos PECs.
A diferenciação vai ser feita no perfil das lideranças, em questões pessoais:

Experiente/Inexperiente

Arrogante/Simpatico

Autoritário/Dialogante

Desonesto/Honesto

Podem-se juntar outros atributos pessoais, como credibilidade, percepção da realidade, liderança...

Habitualmente, os três atributos mais valorizados são: competência, honestidade e credibilidade.

 

No presente, há ainda um outro factor relevante. Os atributos de Sócrates são conhecidos. Pela positiva ou negativa. O mesmo não se pode dizer de P P Coelho que tem uma imagem por construir, muita gente não tem uma percepção clara sobre o líder do PSD.
Neste caso, um dos processos recorrentes é se o próprio não se empenha em definir e afirmar a sua imagem, essa tarefa será desempenhada pelo adversário. E não será positiva.

22
Mar11

A campanha do PSD

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P. P. Coelho já fala abertamente de eleições e da forma como pretende desenvolver a campanha.

É cedo para um líder político pronunciar a palavra eleições. Pode ser precipitado, o que não é é útil para um candidato a primeiro-ministro. Embora,  pareça não existir alternativa, apesar dos últimos apelos socialistas a Cavaco Silva.

P P Coelho diz que não quer uma campanha negativa. Ele e Sócrates que se cuidem. Os lelos dos dois partidos não vão fazer outra coisa.

20
Mar11

Porquê: a sucessão de "equivocos"

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A campanha vai ter uma história por explicar. O que não podem dizer e que se transforma em "equivocos".

A evolução:

- Sócrates foi ter com Merkl prometer novas medidas, Talvez para a cimeira de 24 de Março.

- A venda da dívida, no inicio de Março não correu bem. Teve de ser a banca portuguesa a socorrer o Estado e comprar quase 70%.

- Para evitar o perigo de fracassar, quando da emissão de nova divida, Sócrates antecipa as medidas. Quer ganhar tempo e confiança. Sócrates ignora o PSD. Até alguns ministros desconheciam. Souberam pelos jornais.

- Antes da cimeira o PSD está convencido que não vai haver acordo. Daí as palavras de Miguel Relvas que remete um comentário oficial do PSD para depois do encontro. O PSD ignora o que Sócrates negociou.

- A proposta do Governo é bem-recebida em Bruxelas e causa espanto em Portugal. O PSD percebe que não é através do FMI que Sócrates pode cair e que "deu o flanco" no relacionamento institucinal em Portugal. Por outro lado, se não arrepiar caminho, fica eternamente como a "muleta" do Governo, o partido à rasca, precário de Sócrates. Avança com o Não ao PEC IV. Agora ou nunca.

- Socrates percebe que vai haver eleições e que não pode concorrer com a promessa de congelar as pensões e reformas. O Governo faz marcha-atrás e A. Costa abre o caminho: o PEC IV não existe, ou seja, o congelamento das reformas. O ministro das Finanças enganou-se. O PM assina por baixo.

- Para o confirmar, reune-se o Conselho de Ministros extraordinário.

 

Quem tem a culpa das eleições? Uma sondagem publicada no Expresso no dia 4 de Março (uma semana antes) revelava que o eleitorado penalizaria quem provocasse eleições antecipadas. A expectativa era de que a moção de censura do BE fosse chumabada e "Além disso, a maioria dos inquiridos entende que o PSD não só deve chumbar a moção de censura, como deve ainda evitar provocar eleições antecipadas."

A quem for assacada a responsabilidade pode sair penalizado. É a este jogo que temos assistido.

19
Mar11

Já começou

rgomes

O CDS deu hoje o arranque para a campanha eleitoral.

O congresso junta dois em um. Um comicio e o programa eleitoral.
Pelas palavras de P Portas depreende-se um posicionamento interessante: O PS já deu. Em relação ao PSD, está à espera de um pedido de namoro e colocou as condições para negociar o dote.

 

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